Por que a migração assusta
O medo é perder o histórico no meio de gestações em curso: o exame do primeiro trimestre que some, o ultrassom que não aparece na curva. Por isso a migração não pode ser um arquivo jogado no sistema novo; ela precisa ser parte da implantação, com a clínica junto.
As quatro etapas
- Conversa. Entender a rotina da clínica, o volume de gestantes e os sistemas usados hoje.
- Configuração. O sistema novo é ajustado ao fluxo de consultas e aos protocolos da equipe.
- Migração. Os dados históricos passam para o sistema novo. Nenhuma gestante começa do zero.
- Atendimento. A equipe entra em uso com suporte ativo — acompanhamento real, não um manual.
O que separar antes
- O que o sistema atual permite exportar, e em que formato.
- A lista das gestantes em acompanhamento, para conferir depois da migração.
- Os modelos que a clínica usa: textos de orientação, protocolos, valores de referência.
- Quem da equipe vai acompanhar a implantação.
Quanto tempo leva
No plano pago do Garb, em média 60 dias da conversa inicial ao uso pleno, já incluindo a migração e o treinamento. Não há fidelidade: o contrato é mensal.
Como o Garb faz isso
Implantação assistida, migração incluída no plano pago.
No Garb, a migração dos dados históricos é feita junto com a clínica, na implantação do plano pago, sem custo à parte. O teste e o plano gratuito são de autoatendimento. A equipe entra em uso com suporte ativo.
Ver o plano e a implantaçãoPerguntas frequentes
A migração tem custo à parte?
No plano pago do Garb, não: a migração dos dados históricos é incluída na implantação.
Quanto tempo leva a implantação?
Em média 60 dias da conversa inicial ao uso pleno, incluindo migração e treinamento.
As gestantes em acompanhamento perdem o histórico?
Não. Os dados históricos migram para o Garb; nenhuma gestante começa do zero.